

dança / músicaÉ através da dança e música que Fábio Krayze e DJ Poco contam as suas histórias. Criando pontes entre Angola e Portugal, unem-se na Zona Franca para desenvolver e apresentar Batida. “Como emigrantes ou filhos de emigrantes, pretendemos enaltecer o sítio que nos viu nascer e o sítio que nos deu a oportunidade de sermos quem somos”, dizem no manifesto para este espetáculo. Fábio Krayze nasceu em Luanda e veio para Portugal em 2002. Licenciado na Escola Superior de Dança, desenvolve trabalho nas danças urbanas, principalmente no hip hop, house, popping e kuduro. Como intérprete, integra as peças CARCAÇA e F*cking Future de Marco da Silva Ferreira. Em 2023, criou o projeto Musseque, nomeado, em 2025, pela Sociedade Portuguesa de Autores para Melhor Coreografia nos Prémios Autores e selecionado para o Aerowaves Spring Forward 2026. Conectado com a música desde muito jovem, Poco é DJ e produtor musical. Tem um vasto conhecimento da música africana, quer seja na dança, nos instrumentais ou atrás da mesa de mistura. No seu repertório encontram-se trabalhos com Kelly Veiga, Scró Que Cuia, Nerú Americano, Yudi Fox, ou DJ Lycox.Música e dança circulam sem limites na Zona Franca. Fruto de uma parceria entre o gnration e o Centro Cultural Vila Flor, este ciclo interdisciplinar é o território livre onde a música autoral e a prática coreográfica se manifestam num diálogo contínuo e multiforme. Pela Zona Franca passaram já encontros entre Vera Mantero e Susana Santos Silva, Piny e xullaji, João dos Santos Martins com Joana Sá e Gabriel Ferrandini com Vânia Doutel Vaz. uma encomenda e coprodução centro cultural vila flor, gnration apoios república portuguesa – cultura, juventude e desporto / direção-geral das artes / rede de teatros e cineteatros portugueses (rtcp). rede portuguesa de arte contemporânea (rpac).Fonte: https://www.gnration.pt/event/2026/zona-franca-fabio-krayze-x-dj-poco/
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exposição / músicaA 16.ª edição do Semibreve acontece entre os dias 22 e 25 de outubro, com passagem habitual pelo gnration. Organizado desde 2011 pela AUAUFEIOMAU, com o apoio do Município de Braga, o festival de música eletrónica e arte digital é reverenciado como um dos mais importantes do género na Europa, e um dos mais interessantes do mundo. Considerada uma plataforma essencial para a celebração da arte digital e para a promoção da música eletrónica exploratória pelo norte de Portugal, o programa do Semibreve espalha-se por diversos locais de referência histórica e cultural de Braga, como a Basílica dos Congregados, a Capela Imaculada, o Theatro Circo e o gnration. Para além do programa de música, o gnration recebe, de 22 a 24 de outubro a exposição do Edigma Semibreve Scholar, um programa do festival em parceria com a Edigma dedicado a projetos multimédia e sonoros criados por estudantes do ensino superior de diversas instituições nacionais.sex, 23 outubro 00:15 · música · blackboxnoémi büchi exuvie 00:15 · música · sala multiusospeder mannerfelt b2b roni 01:30 · música · blackboxsystem sophie carbolines sáb, 24 outubro 00:15 · música · blackboxazu tiwaline 00:15 · música · sala multiusosdawn dani 01:30 · música · blackboxtygapaw together you gather all power applied worldwide 01:30 · música · sala multiusosflora yin-wong apoios república portuguesa – cultura, juventude e desporto / direção-geral das artes / rede de teatros e cineteatros portugueses (rtcp). rede portuguesa de arte contemporânea (rpac).Fonte: https://www.gnration.pt/event/2026/semibreve-4/
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dançaA partir de uma residência no gnration, a artista venezuelana Maria Inés Villasmil cria um trabalho que emerge da pesquisa corporal, de caminhadas de campo, de derivas urbanas e das trocas informais com pessoas que habitam a cidade. A dança é a linguagem principal que vai traçando como a história, a arquitetura e o movimento colidem. Em paralelo, o som, através do uso de gravações de campo, voz processada e ruído ambiente, assume-se como cocriador que desenha a paisagem sensorial do projeto. Guelra é o laboratório transdisciplinar de criação desenvolvido pela Arte Total desde 2012. Afirma-se como um espaço de encontro, experimentação e diálogo entre arte, cidade e comunidade. Assente na vivência e memória urbana, este laboratório explora a relação entre corpo, espaço e dança enquanto expressões da memória coletiva. Desenvolve-se em contexto de residência artística, que culmina numa apresentação pública final. apoios república portuguesa – cultura, juventude e desporto / direção-geral das artes / rede de teatros e cineteatros portugueses (rtcp). rede portuguesa de arte contemporânea (rpac).Fonte: https://www.gnration.pt/event/2026/guelra-maria-ines-villasmil/
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