

Companhia Nacional de Bailadocoreografia e dramaturgia Fernando Duartecuradoria musical Andrea Lupicenografia José Manuel Castanheirafigurinos José António Tenentedesenho de luz Vitor Josévideografia Cristina Piedadeensaiadores Aurélia Bellet, Barbora Hruskova, Peggy Konik, Tom Colinmestra de costura Paula Marinhoconfeção de guarda-roupa Atelier de costura CNBprodução Companhia Nacional de BailadoNa primeira adaptação coreográfica de Os Maias, obra maior da literatura portuguesa, Fernando Duarte propõe um bailado em três atos que revitaliza a narratividade na dança, uma dimensão amplamente apreciada e reconhecida pelos públicos. Esta criação original cruza a intensidade dramática do universo de Eça de Queirós com a expressividade única da criação coreográfica, num exercício contemporâneo de intermedialidade que evoca, reinterpreta e dá nova vida a personagens singulares e a questões intemporais, perspetivadas pela sagaz ironia queirosiana. Um gesto coreográfico que alia tradição e inovação, projetando a dança como linguagem capaz de contar, e certamente de emocionar, como poucas outras.programaçãoPonta Delgada 2026 - Capital Portuguesa da Cultura(abertura de bilheteira a anunciar)Fonte: https://www.teatromicaelense.pt/agenda/2026-09-26/os-maias/
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Comemorações dos 50 anos da Autonomia dos Açoresdireção artística Maria João Gouveiainvestigação Helena Barrosprodução Estúdio 13uma encomenda da Direção Regional da CulturaUm espetáculo multidisciplinar que reúne as nove ilhas dos Açores para celebrar e refletir sobre os 50 anos da Autonomia. Através da dança, do teatro, da música, da poesia e da criação audiovisual, uma geração de "filhos da autonomia", acompanhada por artistas, produtores e técnicos de todo o arquipélago, revisita meio século de um percurso coletivo.Entre o poético e o informativo, corpos, vozes, sons e imagens entrelaçam-se para evocar conquistas, questionar desafios e refletir sobre o significado da autonomia nos dias de hoje.Mais do que uma celebração, este espetáculo lança um olhar sobre o futuro, interrogando a responsabilidade coletiva de preservar, fortalecer e reinventar este legado nos próximos anos.Bilhetes à venda brevemente.Fonte: https://www.teatromicaelense.pt/agenda/2026-10-02/povo-que-agarra-o-vento-pelas-maos/
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20 Anos de "Toliças"20 Anos de "Toliças" foi a forma que os 3 lavradores mais icónicos dos Açores encontraram para celebrar 2 décadas de carreira. Fala Quem Sabe é um projeto de comédia que nasce nos palcos do carnaval terceirense e, desde muito cedo, conquistou a atenção do povo açoriano. Com centenas de atuações pelas ilhas e comunidades emigrantes, séries na RTP Açores, anúncios televisivos e de rádio e, mais recentemente, a mostrar a sua vertente musical, são muitos os momentos que ficaram marcados no público que os acompanha neste percurso de sucesso. Este espetáculo reúne alguns desses melhores momentos onde, numa agradável conversa, Baptista Almada, Manuel Silveira e Ramiro Tarraçada levam o público à gargalhada, oferecendo um serão de boa disposição.Fonte: https://www.teatromicaelense.pt/agenda/2026-10-10/fala-quem-sabe/
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Matiné CircenseNo meio do Atlântico nasce um circo onde tod@s têm lugar.“O Grande Circo do Atlântico” celebra o encontro entre ilhas, pessoas e talentos, unindo artistas profissionais, emergentes e comunitários num mesmo palco, sem hierarquias, onde a diversidade é a maior força criativa.Inspirado pelo mar que liga os Açores ao mundo, o espetáculo convida o público para uma viagem imaginária feita de acrobacias, malabarismos, música, movimento e surpresa. Como numa travessia atlântica, cada artista traz a sua bagagem: diferentes idades, experiências, corpos, ritmos e formas de expressão, que se encontram para construir um circo vivo, acessível e profundamente humano.Aqui, o erro transforma-se em jogo, a aprendizagem acontece. Crianças, jovens, adultos e artistas seniores dividem o espaço, mostrando que o circo é um lugar de crescimento coletivo, onde tod@s podem brilhar.parceria9'CircosBilhetes à venda brevemente.Fonte: https://www.teatromicaelense.pt/agenda/2026-10-24/o-grande-circo-do-atlantico/
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Cie Mossoux-Bontéconceção e coreografia Nicole Mossouxdireção Nicole Mossoux em colaboração com Patrick Bontéinterpretação e colaboração artística Anne-Cécile Chane-Tune, Colline Libon, Frauke Mariën e Shantala Pèpemúsica original Thomas Turinecenografia Johan Daenen assistido por Johanna Daenenfigurinos Jackye Fauconnier assistida por Marine Stevensmaquilhagem Nina Vial em colaboração com Valérie Locatellidesenho de Luz Patrick BontéE se Ofélia não tivesse morrido? Quatro mulheres, movidas por uma força comum, vagueiam através dos reflexos da água, presente simultaneamente em palco e no ecrã. Estas correntes inquietas duplicam-lhes os corpos, libertando-os da gravidade, ao mesmo tempo que exercem sobre eles uma atração destrutiva. Partindo da figura shakespeariana de Ofélia, que morreu afogada, o espetáculo questiona esse ideal de beleza da mulher simultaneamente vítima e objeto de desejo, através de quatro encarnações contemporâneas.parceriaPOP – Festival das Artes e Ofícios do EspetáculoBilhetes à venda brevemente.Fonte: https://www.teatromicaelense.pt/agenda/2026-11-07/ophelia-s/
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texto original Nuno Costa Santos e João Pedro Portodireção artística/encenação Miguel Damiãointerpretação Emanuel Arada e Rui M. Silvadesenho de luz Rui Viveiroscenografia Natália Melofigurinos Isabel Roqueprodução executiva Beatriz Silva Lavourasfotografia Paulo GoulartO espetáculo contará com audiodescrição, um recurso de acessibilidade que permite às pessoas com cegueira ou baixa visão acompanhar os elementos visuais da apresentação, como expressões corporais, movimentos dos intérpretes e outros elementos cénicos, contribuindo para uma compreensão mais completa da obra.Num banco canónico da cidade sulina de Ponta Delgada, por ter sido nele sentado que se matou o grande poeta Antero com dois tiros de uma pistola, dois homens revelados irmãos, duas criaturas sem eira nem beira e saídas do nosso imaginário coletivo, típicas de qualquer tempo que por aqui passe, aguardam pelo futuro que não chega.Os dois irmãos, trazem nos bolsos temas fundamentais da humanidade, como a família, o medo ou a vergonha, são também, de forma mais diretamente realista, uma representação artística dos “humanos zombies” que hoje se veem em Ponta Delgada, adictos de drogas sintéticas, personagens que transportam para onde vão, uma ideia de degradação humana, de precipício, de morte. São por isso, tragédias em movimento.Ainda para mais, estão, muito significativamente, sentados onde se suicidou um poeta que sonhou com um mundo melhor e uma sociedade organizada de um modo mais justo, com atenção importante aos marginalizados. Há, no gesto do suicídio de Antero, um aparente movimento de desistência. Mas, é sempre importante lembrar que atrás dele sobrevive, numa placa, a palavra esperança.Aqui entra a ilha e os seus abandonos, uma história arquipelágica feita de pobreza e emigração, uma incapacidade generalizada para lidar com aqueles frutos humanos que caem das árvores podres, sem préstimo. O que fazer com eles? O que fazer para que outros que aí venham não apodreçam outra vez à nascença?Fonte: https://www.teatromicaelense.pt/agenda/2026-09-19/filhos-de-alguem/
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Teatro Nacional21texto Cláudia Lucas Chéudireção Albano Jerónimointerpretação Albano Jerónimoparticipação especial Leonor Vasconcelosdesenho de luz Rui MonteiroHá pessoas que são veneno. As pessoas são tóxicas até à medula, sabem todas a sobremesa quando as provas e depois, tau, corroem-te por dentro.Veneno foi escrito em 2014, a partir de narrativas verídicas de violência doméstica, recolhidas num universo cosmopolita contemporâneo. Neste momento, 51% da população mundial vive em espaços urbanos — por razões económicas, pela melhoria das condições de vida, pela oferta de trabalho, entre outras. Veneno é também um texto centrado na ideia da decadência da família no contexto suburbano.programação20.º Festival Internacional dos AçoresFonte: https://www.teatromicaelense.pt/agenda/2026-09-12/veneno/
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Uma masterclass de Albano Jerónimo & Teatro Nacional21formador Albano Jerónimoprodução Teatro Nacional21duração 2 horas Há experiências que não se ensinam. Vivem-se. O teatro é uma delas.Esta masterclass, conduzida por Albano Jerónimo em paralelo com a apresentação de Veneno, propõe um encontro onde o processo criativo se torna uma ferramenta para pensar, comunicar e descobrir novas formas de olhar o mundo. A partir do percurso do ator no teatro, cinema e televisão, os participantes são convidados a explorar, através da conversa, da improvisação e de exercícios práticos, aquilo que a criação artística pode revelar sobre nós e sobre a relação com os outros.Mais do que uma formação em representação, esta é uma experiência de partilha e reflexão, assente na convicção de que criar não é um privilégio dos artistas, mas uma capacidade humana. Porque investir nas pessoas continua a ser o gesto mais transformador de qualquer comunidade.Gratuito(mediante inscrição através do e-mail bilheteira@teatromicaelense.pt)Fonte: https://www.teatromicaelense.pt/agenda/2026-09-11/a-materia-da-criacao/
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