Sobre
Balleteatro no Coliseu aconteceu a 29 de setembro de 2026, Coliseu do Porto Ageas, no Porto.
29 Set / 21H Coliseu Porto AgeasA 29 de Setembro de 2026, o Balleteatro apresenta no Coliseu Porto Ageas um espetáculo que resulta dos laboratórios de criação com vários artistas com os alunos das turmas de Dança e Teatro do balleteatro Escola Profissional.Cringe!SinopseUm grupo de adolescentes enfrenta um velho legado deixado por outros. Ainda agora chegaram e já começaram a duvidar de tudo. Isso dá muitas dores de cabeça. São muitos corpos a fazer muito barulho. Que sorte, a nossa. No palco, alguém se esqueceu de uma casa simbólica, uma caverna ao estilo contemporâneo, que dá pelo nome de Mother. Parece de outros tempos, repleta de legados e obrigações. Mas, esta noite, está tudo prestes a começar. E é tão bom, faz tão bem. A adolescência é a ânsia de instigar o início. A alegoria da caverna diz-nos que é preciso abandoná-la para ver a luz; a alegoria da Mother diz-nos que é preciso fazer perguntas. O palco torna-se uma zona propícia para reivindicar heranças e para interrogá-las. Há muito barulho no palco – tantas dúvidas e tanto ainda por fazer. O futuro vai começar.Texto e Encenação: Ivo Saraiva e SilvaInterpretação: Alunos 1º ano do curso de teatro do balleteatro escola profissionalArt Design: José Cruz---Up high! SinopseA peça assenta num conceito muito básico: um aumento gradual e contínuo da velocidade, intensidade e amplitude de uma sequência de movimentos baseada em saltos, pulos e saltos altos. Este desafio físico extremamente exigente proporciona ao público uma oportunidade agradável de ver como cada intérprete se esforça e tenta ultrapassar os seus limites, bem como de observar até que ponto uma ideia simples pode ser ampliada e desenvolvida para se tornar muito mais complexa.Direção: Csaba VargaInterpretação: alunos do 3º ano do Curso de Dança---ESTE GRANDE PALCO DE TOLOSA partir de Rei Lear, do William ShakespeareSinopse“Quando nascemos, choramos por ter chegado a este grande palco de tolos.” – é a esta profundíssima reflexão existencial que Lear chega depois de ter perdido tudo – o poder, a família, a razão. Talvez esta seja uma forma de Shakespeare nos dizer que para vermos a verdade com “olhos de ver” tenhamos que passar primeiro para o lado de lá – o dos loucos, dos cegos, dos mendigos. Nesta proposta cénica, vinte e quatro jovens habitam um hospício – o grande palco de tolos que é o mundo. Tal como na vida de todos os dias, uns nasceram para ser Lear, outros para ser Cordélia, outros para ser Regan e outros para ser Goneril. Ah! E depois há uns quantos que nasceram para ser o Bobo. Mas aqui, ao contrário da vida de todos os dias, ninguém sabe bem quem é ou deixa de ser e todos são tudo e o seu contrário – “de génio e de louco, todos temos um pouco”. Foucault escreveu que a psiquiatria é apenas o monólogo da razão sobre a loucura. Pois, neste hospício, só os loucos falam. É a nossa vingançazinha.Encenação: Tiago RibeiroInterpretação: Alunos 3º ano do curso de teatro do balleteatro escola profissional---TUDO COMEÇA NUM PONTO SinopsePartindo da ideia de Kandinsky de que tudo começa num ponto e que, ao entrar em movimento, esse ponto dá origem à linha, esta criação transpõe esse princípio para a dança. Um movimento inicia-se, atravessa diferentes corpos e transforma-se a cada encontro. Ecoa, propaga-se e encontra constantemente novas formas de existir. Tal como o ponto de Kandinsky contém em si o potencial de todas as formas, também um movimento pode dar origem a infinitas possibilidades de relação. Coreografia: Raquel RuaIntérpretes: Alunos 1º ano do curso de dança do balleteatro escola profissional---Desculpem o incómodo. SinopseAntes de nos ouvirem, já existia uma teoria para o nosso silêncio. Antes de nos conhecerem, já existia uma narrativa sobre a nossa ausência. Esta noite, estamos aqui enquanto contradição, enquanto dúvida — matéria que ainda não encontrou uma forma definitiva (e ainda bem!!! A identidade estanque é uma secaaaaaaa).Existe uma espécie de quiet dumping — um depósito silencioso de tudo aquilo que uma geração anterior já não consegue sustentar. Não só as crises, mas as suas consequências; não só os problemas, mas a responsabilidade pela sua resolução. Um processo de transferência através do qual o peso histórico, económico, ecológico e afetivo de um planeta em falência é colocado sobre corpos que ainda nem tiveram tempo de se constituir enquanto futuro.Somos aqueles que vos devolvem uma imagem como um espelho: e o reflexo não é nada bom, nada sedutor.Mas estamos aqui. Ou ainda estamos aqui. Livres, leves e soltas.Esta noite fazemos barulho. Os nossos corpos vão criar uma amálgama mais que perfeita. É para fazer buracos no chão, amores, é para saltar tão alto que vamos tocar as nuvens com as pontas dos dedos.Estamos vivos.“E estar vivo é o contrário de estar morto.”Direção: Ricardo TeixeiraInterpretação: alunos do 2º ano do curso de teatro do balleteatro escola profissionalEspaço sonoro: Ricardo Teixeira e Rodrigo TeixeiraApoio ao movimento: Rodrigo Teixeira---Beat RaízSinopseEste projeto parte da Portugalidade como território vivo de memória, corpo e identidade, cruzando-a com a energia contemporânea das danças urbanas. A proposta cria um diálogo entre tradição e presente, entre o coletivo e o individual, entre o gesto herdado e o impulso criativo da rua.Num palco que acolhe a diversidade de linguagens do nosso tempo, o movimento torna-se ponte entre gerações e realidades sociais, revelando como as danças urbanas podem afirmar pertença, resistência, comunidade e transformação. Através de uma linguagem fisicamente intensa, simples do ponto de vista técnico e com forte impacto simbólico, a apresentação procura celebrar o encontro entre raízes culturais portuguesas e expressões urbanas contemporâneas, promovendo um significado social pertinente e atual.Coreografia: Max OliveiraIntérpretes: Alunos 2º ano do curso de dança do balleteatro escola profissionalDJ: PulsoGuitarra Portuguesa: Diogo CoelhoVoz Feminina: Leonor RebeloDireção: Csaba Varga, Ivo Saraiva, Max Oliveira, Raquel Rua, Ricardo Teixeira, Tiago RibeiroInterpretação: Alunos de Dança e Teatro do balleteatro Escola ProfissionalProdução: Quélia Frias // balleteatroEntrada gratuita© Pedro Figueiredo // balleteatroCringe!Texto e Encenação: Ivo Saraiva e SilvaInterpretação: Alunos 1º ano do curso de teatro do balleteatro escola profissionalArt Design: José CruzUp high!Direção: Csaba VargaInterpretação: alunos do 3º ano do Curso de DançaESTE GRANDE PALCO DE TOLOSEncenação: Tiago RibeiroInterpretação: Alunos 3º ano do curso de teatro do balleteatro escola profissional TUDO COMEÇA NUM PONTOCoreografia: Raquel RuaIntérpretes: Alunos 1º ano do curso de dança do balleteatro escola profissionalDesculpem o incómodo. Direção: Ricardo Teixeira Interpretação: alunos do 2º ano do curso de teatro do balleteatro escola profissionalEspaço sonoro: Ricardo Teixeira e Rodrigo Teixeira Apoio ao movimento: Rodrigo Teixeira Beat RaízCoreografia: Max OliveiraIntérpretes: Alunos 2º ano do curso de dança do balleteatro escola profissionalDJ: PulsoGuitarra Portuguesa: Diogo CoelhoVoz Feminina: Leonor RebeloFonte: https://www.balleteatro.pt/agenda/evento/Balleteatro-no-Coliseu-Abertura-da-nova-temporada-2026/
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