Deixe o seu email. Se forem publicadas fotos, avisamos.
Sobre
O Ciclo de Outono do festival Que Jazz É Este? regressa a Várzea de Calde e Viseu decorre de 25 de outubro a 22 de dezembro de 2026, Viseu (cidade), em Viseu.
Depois de uma 14.ª edição marcada pela forte adesão de público e pela vitalidade da nova geração do jazz português, o Que Jazz É Este? prolonga a sua programação para o outono e volta a fazer aquilo que está na sua natureza: deslocar-se, cruzar territórios, aproximar pessoas e colocar a música em lugares onde nem sempre se espera encontrá-la. Em outubro, o festival sai do centro de Viseu e instala-se na freguesias Várzea de Calde propondo uma tarde de programação que aproxima o jazz, a música improvisada e outras linguagens artísticas da comunidade local. No dia 25 de outubro, em Várzea de Calde, o domingo terá uma programação composta por uma arruada do coletivo Chinfrim, uma conversa aberta que cruza música e ciência e dois concertos, estabelecendo diferentes diálogos entre música, teatro, performance e artes visuais. O programa começa sempre na rua, com os Chinfrim, coletivo ambulante que transforma o espaço público em palco e leva consigo uma mistura contagiante de dixieland, blues, funk, rock, latin e reggae. A música será também o ponto de partida para duas conversas que procuram abrir outras portas sobre a criação musical, aproximando-a de áreas aparentemente distantes. A conversa aberta será conduzida por Ana Bento com Nuno Trocado, em torno da tese de doutoramento Analogia na Música e as Metáforas do Organicismo. Pólipos, sementes, rebentos, flores, o som da natureza ou o corpo humano são alguns dos pontos de partida para uma reflexão sobre a relação entre música e organismos e sobre a forma como o pensamento organicista pode ser hoje entendido no contexto da criação musical contemporânea e das práticas improvisatórias.A relação entre música e imagem estará no centro da atuação de Os Filhos de Hey!, projeto multidisciplinar que junta percussão, eletrónica, objetos e vídeo. Num círculo em que as fronteiras entre causa e efeito se tornam difusas, a imagem gera som e o som gera imagem, numa criação em tempo real com Pedro Melo Alves, João Carlos Pinto e Maria Mónica.A programação termina com o João Rocha Quarteto, formação criada no âmbito do recital final de licenciatura do baterista João Rocha e composta por Gil Silva, Lucas Oliveira, Gonçalo Cravinho Lopes e João Rocha. Sem instrumento harmónico, o quarteto assume a liberdade e a responsabilidade acrescidas de uma formação em que cada músico ocupa um papel determinante na construção coletiva da música. Em paralelo ao ciclo de concertos, o Colectivo Gira Sol Azul, sob direção artística de Ana Bento e Bruno Pinto, está a preparar o regresso da Orquestra (In)fusão, projeto de criação coletiva criado em 2015 que procura colocar em contacto diferentes pessoas, organizações e culturas musicais.Nesta nova edição, a orquestra reúne o Grupo de Cantadeiras de Várzea de Calde, os BodiBombos e o coletivo Batalha da Visa, além dos músicos do Colectivo Gira Sol Azul, numa experiência de criação de repertório original concebido especificamente para esta formação. A (in)fusão de estilos é, mais uma vez, o ponto de partida para uma prática artística baseada na colaboração: fazer em conjunto aquilo que dificilmente se faria da mesma forma a solo.O projeto terá ainda uma dimensão plástica, através de sessões de residência conduzidas por Mara Maravilha, envolvendo participantes das aldeias e da cidade na criação de elementos cenográficos, figurinos e adereços.O resultado de todo este processo será apresentado no Teatro Viriato, no dia 22 de dezembro, num concerto que reunirá no mesmo palco músicos de diferentes gerações, tradições musicais e territórios. O ciclo inclui ainda, no dia 19 de dezembro, um workshop de jazz dirigido a músicos e estudantes de música, orientado pelo guitarrista e pedagogo Luís Lapa, autor de Chave Mestra, livro recentemente publicado que reúne exercícios e ferramentas práticas para a improvisação jazz.O workshop propõe precisamente a passagem da teoria à prática: experimentar, testar e aplicar as ferramentas apresentadas no livro, num espaço de aprendizagem coletiva que culminará também na apresentação do trabalho desenvolvido. Entre aldeias e cidade, tradição e experimentação, ciência e música, imagem e som, o ciclo de outono do Que Jazz É Este? mantém a pergunta aberta e leva-a para novos lugares. Todas as atividades são de entrada livre, com apelo ao donativo consciente. Mais informações e horários detalhados serão disponibilizados em breve em quejazzeeste.com
FAQ
Quando é O Ciclo de Outono do festival Que Jazz É Este? regressa a Várzea de Calde e Viseu?
Acontece a 25 de outubro de 2026 a 22 de dezembro de 2026.
Onde é O Ciclo de Outono do festival Que Jazz É Este? regressa a Várzea de Calde e Viseu?
Acontece em Viseu (cidade), Viseu.
Há bilhetes para O Ciclo de Outono do festival Que Jazz É Este? regressa a Várzea de Calde e Viseu?
Onde posso ver as fotos de O Ciclo de Outono do festival Que Jazz É Este? regressa a Várzea de Calde e Viseu?
Ainda não há fotos publicadas nesta página. Se forem publicadas, é aqui que vão aparecer.
Como encontro as minhas fotos?
Se forem publicadas fotos deste evento nesta página, aparece um botão "Encontrar as minhas fotos". Toque nele, assinale a caixa de consentimento, permita o acesso à câmara e tire uma selfie. A TIME&SPACE usa reconhecimento facial para lhe mostrar as fotos onde aparece.
A minha selfie fica guardada?
Por pouco tempo, e apenas para encontrar as suas fotos. A selfie é convertida num padrão matemático que a compara com as fotos deste evento. A imagem e o padrão são guardados em privado e apagados no prazo de 30 dias, e nunca são usados para outro fim.
Quanto tempo demora o reconhecimento facial?
Normalmente menos de 1 segundo. A TIME&SPACE procura em todas as fotos do evento ao mesmo tempo.