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Cartaz do evento UM CONCERTO DE NATAL, Bragança, dezembro de 2026

UM CONCERTO DE NATAL

terça, 15/12, 21:00
Teatro Municipal de Bragança, Bragança
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UM CONCERTO DE NATAL sobe ao palco a 15 de dezembro de 2026, Teatro Municipal de Bragança, em Bragança.

6.ª EdiçãoUM CONCERTO DE NATALBRAGANÇA CLASSIC LABObras de Schubert e DvořákESTHER HOPPEA violinista suíça Esther Hoppe detém uma excelente reputação internacional, enquanto solista e pedagoga. Após estudar em Basileia, Filadélfia (no Curtis Institute of Music), Londres e Zurique, Esther ganhou o 1.º Prémio na oitava edição do prestigiado Concurso Internacional de Mozart, em Salzburgo. Pouco depois, fundou o Trio Tecchler, vencedor de vários prémios em importantes concursos, como o 1.º Prémio do Concurso ARD de Munique, em 2007.Apresenta-se frequentemente como solista, acompanhada com algumas das mais prestigiadas orquestras europeias como Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks, Münchener Kammerorchester, Orchestre Les Siècles Paris, Kammerorchester Basel, Zürcher Kammerorchester, entre outras. A sua intensa atividade concertística estende-se também à música de câmara, onde os seus parceiros de incluem músicos como Clemens e Veronika Hagen, Nicolas Altstaedt, Vilde Frang, Heinz Holliger, Elisabeth Leonskaja, Alexander Lonquich, Filipe Pinto-Ribeiro, Lars Anders Tomter, Christian Poltéra e Ronald Brautigam. Esther Hoppe é convidada regular de festivais internacionais de grande reputação, como Lockenhaus, Ernen, Luzern, Gstaad, Delft, Prussia Cove e Styriarte.Gravou diversos CD aclamados pela crítica, para as editoras Virgin Classics, Neos, Concertus Records e Ars Musici.Desde 2013, é Professora de Violino na Universidade Mozarteum, em Salzburgo, na Áustria.Esther Hoppe toca com o violino Stradivarius “De Ahna”, construído em 1722.LARS ANDERS TOMTERLars Anders Tomter é considerado um dos violetistas mais destacados da actualidade. “O Gigante da Viola Nórdica” (como foi apelidado pela revista The Strad) nasceu em Hamar, na Noruega. Começou a tocar violino e viola aos oito anos de idade. Estudou ambos os instrumentos com o Professor Leif Jørgensen, no Conservatório de Música de Oslo e na Academia Superior de Música da Noruega, e prosseguiu os seus estudos com o Professor Max Rostal e com Sándor Végh.A carreira internacional de solista de Lars Anders Tomter começou em 1987, com uma grande digressão pelos Estados Unidos da América e pela Alemanha, com a prestigiada Orquestra de Câmara Norueguesa. Desde então, as suas aparições como solista têm sido aclamadas pelo público e pela crítica, em toda a Europa e Estados Unidos da América, em salas como Musikverein de Viena, Carnegie Hall de Nova Iorque, o Wigmore Hall de Londres, o Konzerthaus de Berlim e Philharmonie de Colónia.Lars Anders Tomter apresentou-se como solista com orquestras como a BBC Symphony, BBC Scottish Symphony, Royal Philharmonic Orchestra, Academy of St. Martin in the Fields, City of Birmingham Symphony Orchestra, RSO Frankfurt, NDR Radio Philharmonic Hannover, Gürzenich-Orchester Köln, Budapest Festival Orchestra, sob a direcção de maestros como Marc Albrecht, Vladimir Ashkenazy, Sylvain Cambreling, Dennis Russell Davies, Olari Elts, Daniele Gatti, Krzysztof Penderecki, Okko Kamu, Arvid Jansons, Dmitri Kitaenko, entre outros.No âmbito da música de câmara, Lars Anders Tomter colabora frequentemente com músicos de renome l e é presença regular em festivais como BBC Proms, Lockenhaus, Kissingen Sommer, Mondseetage, Schleswig-Holstein, Schwetzingen, Styriarte, Verbier, bem como em vários festivais na Escandinávia.Foi Director Artístico do Risør Chamber Music Festival, na Noruega, e, actualmente, é Director Artístico do Norwegian Fjord Classics Festival.O seu vasto repertório inclui todas as principais obras do repertório contemporâneo de viola e gravou diversos álbuns para as editoras Simax, Naxos, Virgin Classics, NMC, Somm e Chandos.É Professor na Academia Superior de Música de Oslo e toca com uma extraordinária viola construída por Gasparo da Salò, em 1590.CHRISTIAN POLTERÁUm dos mais requisitados violoncelistas da atualidade, Christian Poltéra nasceu em Zurique.Foi discípulo de extraordinários professores, como Boris Pergamenschikow e Heinrich Schiff, em Salzburgo e Viena.Como solista, toca frequentemente com algumas das principais orquestras mundiais, como a Orquestra Filarmónica de Munique, Orquestra Gewandhaus de Leipzig, Filarmónica de Los Angeles, Orquestra Filarmónica de Oslo, Orquestra dell’Accademia Nazionale di Santa Cecilia de Roma, Orquestra de Paris, Orquestra Sinfónica da BBC, Orquestra de Câmara da Europa, tendo trabalhado sob a direcção de maestros como Bernard Haitink, Riccardo Chailly, Christoph von Dohnanyi, Andris Nelsons e Sir John Eliot Gardiner, entre outros.Dedica-se também intensamente à música de câmara, em parceria com músicos como Gidon Kremer, Christian Tetzlaff, Leif Ove Andsnes, Mitsuko Uchida, Lars Vogt, Kathryn Stott, Esther Hoppe e Ronald Brautigam, e com os Quartetos Auryn e Zehetmair.Juntamente com o violinista Frank Peter Zimmermann e o violetista Antoine Tamestit, Christian Poltéra é fundador e membro do famoso Trio Zimmermann, que se apresenta nas mais prestigiadas salas de concertos e festivais por toda a Europa.Em 2004, recebeu o Prémio Borletti-Buitoni e foi seleccionado como um dos Artistas da Nova Geração da BBC Radio 3.É convidado regular dos festivais mais prestigiados – como os de Salzburgo, Lucerna, Berlim, Edimburgo e Viena – e estreou-se nos BBC Proms em 2007.A discografia de Christian Poltéra, aclamada pela imprensa internacional, reflecte o seu amplo e variado repertório, incluindo concertos de Dvořák, Dutilleux, Lutoslawski, Walton, Hindemith e Barber, bem como música de câmara de Prokofiev, Fauré, Beethoven e Schubert.Christian Poltéra é Professor de Violoncelo na Universidade de Lucerna e oca com o famoso violoncelo Stradivarius “Mara”, construído em 1711.TIAGO PINTO-RIBEIROTiago Pinto-Ribeiro, reconhecido como um dos contrabaixistas portugueses de maior prestígio internacional, nasceu no Porto e estudou na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo. Prosseguiu a sua formação na Universidade das Artes de Berlim (UdK), na classe do professor Michael Wolf, concluindo o Diploma Artístico e o Mestrado em Contrabaixo.Ao longo do seu percurso, foi distinguido internacionalmente em várias ocasiões, como no Concurso Internacional de Contrabaixo, em Houston (EUA), tendo sido laureado com o 1.º Prémio no Concurso Internacional Júlio Cardona.Integrou algumas das mais prestigiadas orquestras internacionais, como a Orquestra Sinfónica da NDR de Hamburgo, Orquestra Filarmónica da NDR de Hannover, Orquestra Sinfónica da Galiza e Orquestra Sinfónica de Berlim, trabalhando sob a direcção de maestros consagrados como Claudio Abbado, Christoph von Dohnányi, Kent Nagano e Christoph Eschenbach.No âmbito da música de câmara, é membro do DSCH – Schostakovich Ensemble e apresenta-se regularmente em Portugal e por toda a Europa com músicos de renome internacional, como Mihaela Martin, Frans Helmerson, Gérard Caussé, Pascal Moraguès, Adrian Brendel, Marcelo Nisinman, Jack Liebeck, Kyril Zlotnikov, Corey Cerovsek, Benjamin Schmid, José van Dam, Silvia Careddu, Carolin Widmann, Christian Poltéra e o seu irmão, Filipe Pinto-Ribeiro.Tiago Pinto-Ribeiro é, desde 2003, contrabaixista da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e é Professor de Contrabaixo e de Música de Câmara na Universidade de Aveiro.FILIPE PINTO-RIBEIROFilipe Pinto-Ribeiro é amplamente reconhecido como um dos mais destacados artistas portugueses das últimas décadas, tendo alcançado notável projecção internacional enquanto pianista solista, músico de câmara e director artístico.Natural do Porto, diplomou-se e doutorou-se em 2000 pelo Conservatório Tchaikovsky de Moscovo, onde estudou durante 5 anos sob a orientação da prestigiada pedagoga Lyudmila Roschina. Desde então, tem desenvolvido uma carreira intensa, apresentando-se nas mais reputadas temporadas de concertos e festivais da Europa, América, Ásia e Oceânia.Apelidado de “poeta do piano”, distingue-se pela mestria com que percorre um repertório vastíssimo, moldando-se de forma camaleónica a estéticas como o barroco, o romantismo e a música contemporânea – sendo dedicatário de obras de vários compositores portugueses e estrangeiros. A sua discografia a solo – composta por cinco CDs – testemunha a sua versatilidade artística e inclui obras de Bach a Ravel, de Beethoven a Mussorgsky, de Debussy a Prokofiev.Enquanto solista, apresentou-se com as principais orquestras portuguesas, bem como com formações de referência de vários países europeus e americanos. Apaixonado pela música de câmara, tem colaborado com muitos dos mais relevantes intérpretes da actualidade.Um marco decisivo do seu percurso artístico foi a fundação, em 2006, do DSCH – Schostakovich Ensemble, do qual é director artístico. A discografia do ensemble inclui a 1.ª gravação mundial da integral da música de câmara com piano de Schostakovich, bem como os Trios Op. 11 e 38 de Beethoven, álbuns amplamente elogiados pela crítica especializada. Foi também a partir do DSCH que criou, em Lisboa, em 2015, o Festival Verão Clássico, considerado uma das mais relevantes academias e plataformas de excelência musical a nível mundial.A sua criatividade como director artístico e curador tem-no levado a liderar inúmeros projectos nas últimas duas décadas. É, actualmente, director artístico do Festival de Música dos Capuchos e curador do Ciclo Musical-Mente, no Teatro Nacional São João, no Porto.Firme defensor e promotor das novas gerações de músicos, foi Professor de Piano durante uma década em universidades portuguesas, orienta regularmente masterclasses e fundou, em 2022, o Juventus Ensemble, que junta músicos consagrados a jovens talentos emergentes.Em 2014, foi distinguido com o título oficial de “Steinway Artist” pela prestigiada marca de pianos Steinway & Sons, sendo o único pianista português detentor desta nomeação.Desde 2021, é o director artístico do Festival Internacional de Música Bragança ClassicFest.Em 2026, foi-lhe atribuído o Prémio “Município de Bragança”, na categoria de “Embaixador de Bragança e Cooperação Transfronteiriça”, distinção que reconhece, nas palavras do Município, o seu “talento excepcional” e o “contributo decisivo para a afirmação de Bragança como pólo cultural, educativo e artístico”.PROGRAMAFranz Schubert (1797 – 1828)Quinteto com Piano D 667, “A Truta”1. Allegro vivace2. Andante3. Scherzo4. Andantino5. Allegro giustoAntonín Dvořák (1841 – 1904)Quarteto com Piano N.º 1 Opus 231. Allegro moderato2. Andantino con variazioni3. Finale. Allegretto scherzandopiano Filipe Pinto-Ribeiro; violino Esther Hoppe; viola Lars Anders Tomter; violoncelo Christian Poltéra; contrabaixo Tiago Pinto-RibeiroFonte: https://teatromunicipal.cm-braganca.pt/programacao/proximos-espetaculos/evento/um-concerto-de-natal

FAQ

Quando é UM CONCERTO DE NATAL?

Acontece a 15 de dezembro de 2026.

Onde é UM CONCERTO DE NATAL?

Acontece em Teatro Municipal de Bragança, Bragança.

Há bilhetes para UM CONCERTO DE NATAL?

Os bilhetes estão disponíveis através do organizador em https://www.viralagenda.com/pt/events/1852591/um-concerto-de-natal.

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